Hoje passei o dia no anfiteatro da Microsoft num evento de ASP.NET AJAX. O orador foi Dino Esposito, um dos grandes nomes do ASP.NET, autor de diversos livros sobre o tema publicados pela Microsoft Press.
Dedicou-se algum tempo para falar sobre o que é na realidade o AJAX. Não é uma tecnologia, mas sim um paradigma de programação que proporciona uma melhor experiência de utilização aos utilizadores de aplicações web reduzindo o tempo de espera e agilizando a interacção. O AJAX assenta sobre tecnologias existentes e bem consolidadas tais como o Document Object Model (DOM), Javascript e o objecto XMLHttpRequest já suportado pelos diversos browsers e que permitem a comunicação assíncrona com o servidor web.
A história do objecto XMLHttpRequest que já tive oportunidade de utilizar em alguns projectos foi, para minha surpresa, desenvolvido inicialmente pela Microsoft. Segundo o orador as tentativas iniciais da Microsoft de realizar pedidos assíncronos a servidores web recorreram a uma applet Java desenvolvida para o efeito. Este antepassado do objecto não chegou à versão 1.0 sequer (problemas legais com a Sun?…).
Da parte da manhã falou-se sobre Partial Rendering. Consiste em recarregar apenas parte do conteúdo de uma página web, para reduzir o trafego entre cliente e servidor, agilizar a interacção e eliminar o flikering da página existente quando é carregada uma página por completo. Em ASP.NET esta funcionalidade é conseguida através da utilização dos controlos ScriptManager e pelo UpdatePanel.
Em todas as páginas ASP.NET que utilizem AJAX deve existir 1 e só 1 ScriptManager cuja principal função é fazer a inclusão das bibliotecas Javascript necessárias para o funcionamento do AJAX. Permite fazer uns “tunnings”, mas não vou entrar em pormenores.
O UpdatePanel é uma zona da página que é actualizada de forma independente do resto da página. Quando existe uma submissão realizada pelos controlos existentes dentro deste painel, apenas esta zona da página é actualizada. Bem, na realidade não é bem assim. Podem existir diversos painéis numa página, e podemos definir o comportamento destes painéis. Podemos definir que quando um painel é actualizado os restantes também o são, ou se apenas o painel que despoletou a actualização é alterado. É também possível programaticamente forçar a actualização de um painel.
O funcionamento simplificado de um UpdatePanel é o seguinte. Quando é realizada uma submissão da página o evento é apanhado pela biblioteca AJAX que impede a submissão que o browser ia realizar. Em vez disso utiliza um objecto XMLHttpRequest para efectuar o pedido, obtém a resposta de forma assíncrona, e utilizando DOM substituí o troço de HTML actual pela versão actualizada enviada pelo servidor.
Os UpdatePanel’s podem ser aninhados. Uma actualização num painel pai implica a actualização dos filhos. O contrário não é verdade. (Faz sentido, não faz? ) A actualização de um painel podem ser despoletada por triggers. Podemos associar o clicar de um botão que não se encontra em nenhum painel à actualização de um UpdatePanel.
Um conselho dado pelo Dino Esposito para a definição de UpdatePanel’s foi a análise das zonas da página que necessitam de actualização e as dependências entre elas. Quando menor a quantidade da página abrangida por um UpdatePanel melhor, pois reduz o trafego entre cliente e servidor subjacente a uma actualização do mesmo.
Na parte da tarde deu-se mais ênfase à utilização de serviços (webservices e WCF) no contexto do AJAX. Os exemplos demonstrados passavam pela definição de serviços com a interface JSON que consiste num formato de serialização de dados utilizada em Javascript.
A definição de serviços com esta interface permite que sejam invocados serviços em Javascript como se métodos se tratassem (através de proxies geradas automaticamente, à semelhança dos webservices no contexto tradicional) e cujo resultado sejam objectos com atributos acessíveis em Javascript que se assemelham às classes de objectos manipulados pelos serviços. Vejam este vídeo para ficarem com uma ideia mais clara do que me estou a referir. Faz parte de uma colecção de vídeos sobre ASP.NET AJAX. Nesta abordagem orientada aos serviços a elaboração da interface é dificultada, pois do servidor para o cliente deixa de ir HTML pronto a “colar” no browser, passando a serem retornados dados que devem ser introduzidos na interface através de Javascript.
O Dino Esposito vê tecnologias baseadas em plugins cross-platform como o Silverlight 2.0 e o Flex da Adobe como o futuro das aplicações web, por permitir a flexibilidade no desenvolvimento de interfaces com a facilidade de programação bem como a segurança dada por uma “sand-box” de execução.
Foi uma boa oportunidade de ficar a conhecer melhor a aplicação do AJAX à plataforma .NET.
Posted on 10:50pm 1/08/2008 by Bruno Silva in Mobility, Software
Since I bought my Qtek S200 with Windows Mobile 5 I’ve been having a problem in text messages (SMS) sending.
If I write a text message with accents the number of characters per message is reduced from 160 to 70 characters. This is a problem because without noticing you may spend a lot of money in accentuated messages (you send about the double of the messages).
I had never googled about this issue, but today I’ve found a solution while playing around with my pocket PC. It is just a default configuration problem. Sorry about the screenshots in Portuguese, but is the language of my Windows Mobile.
Step 1: Open Text Messages. Menu > Tools > Options
Step 2: Touch Text Messages account.
Step 3: Uncheck Use Unicode when needed (or similar text ).
This option checked reduces the maximum characters per text message when using accentuated characters, because Windows Mobile automatically uses Unicode encoding which require more space than regular characters.
Posted on 9:53am 1/07/2008 by Bruno Silva in My Life
The first and only invitation into a social network I had ever accepted was Hi5. And I don’t use it very often. From time to time I add a friend, which is someone that I know from real live! Not someone that I’ve never seem or talked with. It may be not a friend in “real live” but at least is not a total stranger.
Today I have joined Facebook. A friend showed it to me some time ago. He uses it to share his Erasmus photos, so now I’ll be able to see them
However, I try to be cautious about the information I share both in Hi5 and Facebook. Don’t give your life away in a website.