
Have you ever heard aboutsplashup? Maybe Fauxto (which was a previous name)?
I haven’t heard about them until I found Splashup on the web.
This is a tool that allows you to edit your images using a Adobe Flash based interface. You can edit files from your hard disk or access your Flickr, Picasa or Facebook images and photographs. It is great when you are in a public computer without any good software to edit some photographs you want to put in your blog. Upload your image, resize, crop, apply some effects and publish into you Flickr account or download it into the computer.
You can edit several images at the same time, and even work with layers! I was really amazed while I tried it out. It is in Beta stage. But this stuff has a lot of potential. You can even work in full screen mode! One functionality that I didn’t go quite well was importing an imagine from my webcam. It didn’t work
Here’s a screenshot.


Vamos ser realistas, o Paint não serve para nada (ou pelo menos para muito pouco). É preciso um editor de imagem mais poderoso. Por outro lado algumas ferramentas mais avançadas são pagas e pesadas.
Deixo a referência ao paint.net, a minha ferramenta de eleição. Open Source, simples e intuitivo, ainda por cima leve, e com uma panóplia de plugins interessantes. É possível inclusivamente criar plugins em C# por exemplo.
Ficam aqui algumas capturas de ecrã para terem uma ideia da interface.



Lembram-se da conta do Hotmail configurada no Outlook que demorava “horas” a abrir?
Esqueçam!
Instalem o MS Office Outlook Connector que permite configurar contas com .Net Passport / Live ID no Outlook com performance melhorada (os mails ficam localmente) e com a hipótese de aplicar regras sobre os e-mails recebidos.
Já há 3 anos que utilizo ferramentas de virtualização e sou feliz!
Estas ferramentas permitem simular um computador no ambiente do sistema operativo anfitrião, dando a hipótese de ter um segundo sistema operativo no contexto desta simulação.
Basicamente 1 sistema operativo dentro de outro. Comecei por utilizar porque queria trabalhar em ambiente Windows, mas no entanto precisava de Linux para algumas cadeiras.
Benefícios deste tipo de utilização:
- Mudar de SO com Alt+Tab. Pode-se aceder a todas as nossas aplicações no sistema operativo anfitrião e mudar para o sistema operativo convidado apenas para as tarefas específicas para as quais é necessário (programar em C, brincar com a shell, enfim, o que for preciso)
- Compatibilidade de Hardware. O sistema de virtualização cria um ambiente onde é simulado um hardaware base. Por exemplo, todos os meus problemas de configuração Wireless no Linux foram resolvidos. Para o Linux eu estou ligado a uma rede cablada, que é na pratica uma ligação Wireless no sitema operativo anfitrião camuflada pela virtualização.
- Podem-se criar ambientes de desenvolvimento que não danificam os nossos dados e aplicações importantes. Basicamente cria-se uma caixa onde se pode “chafurdar” à vontade (ex. criar um servidor Windows apenas para testes, em cima de um sistema operativo Windows XP/Vista).
Por outro lado, se não tivermos uma máquina decente com bastante memória a performace pode ser muito reduzida. Correr um sistema operativo, e uma maquina virtual com um sistema operativo não é a mesma coisa!
Comecei pelo Virtual PC da Microsoft, gratuito e com a possibilidade de criação de várias máquinas virtuais.
Hoje em dia utilizo também em paralelo o VMWare Player. Este apenas permite correr máquinas já existentes, mas existem sites onde se podem criar máquinas virtuais para VMWare tais como o easyVMX. O VMWare player tem a vantagem de emular portas USB (ao contrário do Virtual PC). Em termos de performance, parece-me até à data mais rápido, mas não tenho dados concretos que o garantam.
Em ambos os casos existem versões profissionais pagas, que ainda não experimentei.

Deixo a referência ao site Pocket PC freeware (http://www.freewarepocketpc.net).
Este site uma enorme colecção de software para Pocket PC.
No topo do site podem também encontrar links para os sites análogos para outros sistemas móveis.
Tem algum lixo, mas tem sobertudo muito software bom. E gratuíto!!

Depois de vários anos a formatar o disco rígido com alguma frequência, descobri uma nova tendência no mundo do software que já me ajudou na fastidiosa tarefa de configurar um PC com o sistema operativo novinho em folha. Estou a falar do software portável.
A ideia é eliminar os programas de setup que dispersam ficheiros pelo computador e criam registos no registry do sistema operativo. Isola-se o programa e respectivas configurações numa pasta que pode ser transportada numa pen para ser utilizado em qualquer PC.
Este conceito é porreiro para o pessoal que não anda de portátil atrás, usando computadores do local onde trabalham/estudam. Têm a informação de passwords e favoritos do browser (tal como o browser) num disco amovível e o software todo configurado ao seu gosto. Tal como já dei a entender, também dá jeito para quando se formata o disco rígido. Como não há dependência de ficheiros fora da pasta do programa, nem do registry é só copiar o programa antes de formatar, e voltar a colocá-lo depois da nova instalação do sistema operativo.Temos como exemplo de software amplamente conhecido que já tem versão portável
- Firefox
- Thunderbird
- Winamp
- Filezilla
- 7-Zip
- Open Office
- Miranda
- Pidgin (antigo Gaim)
Existem também ferramentas que funcionam como “agregadores” de aplicações portáveis. A ideia é ter um menu com as aplicações, sendo também este menu portável.
Se tomarem atenção nos sites onde descarregam software, pode existir além da versão com installer uma versão “zippada”, que geralmente corresponde a uma versão portável.